Rio de Janeiro (RJ) – O Ministério das Cidades participou, nesta sexta-feira, da reunião de partida que marca o alinhamento técnico-institucional para o início efetivo das obras da primeira Barreira SABO do Brasil, em Nova Friburgo (RJ). A estrutura será implantada no bairro Duas Pedras, nas proximidades do Hospital São Lucas, e utiliza tecnologia japonesa voltada à retenção de detritos, sedimentos e blocos transportados em eventos de chuva extrema, reduzindo o risco de desastres e protegendo a população.
A obra integra o Novo PAC, no eixo de Prevenção a Desastres – Contenção de Encostas, com repasse de R$ 15 milhões pelo Ministério das Cidades, e é resultado do Projeto SABO, cooperação técnica Brasil–Japão com apoio da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA). A obra tem gestão compartilhada entre a Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades, e a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o projeto combina transferência de conhecimento, capacitação e implantação de intervenções estruturais para tornar as cidades mais resilientes.
A reunião de partida é o “pontapé inicial” que formaliza o começo dos trabalhos. Foram pactuadas as rotinas de acompanhamento e vistoria, os prazos de execução e de reporte, bem como os procedimentos operacionais necessários à boa governança do empreendimento. Participaram representantes dos MCID, do MIDR, da CAIXA, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Prefeitura de Nova Friburgo, de instituições técnicas e acadêmicas — como a COPPE/UFRJ — além de empresas envolvidas na execução e no gerenciamento da obra, reforçando a atuação integrada entre União, estado, município e parceiros.
Além de Nova Friburgo, outra barreira SABO, também incluída na estratégia de prevenção de desastres com apoio técnico de consultores japoneses, será construída com recursos do Novo PAC Contenção de Encostas em Teresópolis (RJ).
Prevenção
A implantação da Barreira SABO em Nova Friburgo representa um marco na prevenção de desastres no país e dá continuidade a uma agenda construída ao longo dos últimos anos, que inclui capacitações internacionais e ações coordenadas para viabilizar projetos-piloto e ampliar a proteção de áreas urbanas vulneráveis na Região Serrana.
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Fonte: Ministério das Cidades


























